Andrey do Amaral: agente literário, autor, professor de literatura

Minha foto
Brasília, Distrito Federal, Brazil
Andrey do Amaral (1976), professor de literatura, licenciado em Letras com pós-graduação em Língua Portuguesa, Gestão Cultural, Educação a Distância, Acessibilidade Cultural e um MBA em Marketing. Com seu trabalho, recebeu — entre outros — prêmios da Fundação Biblioteca Nacional (2002), Ministério da Cultura (2008), Fundação Casa de Rui Barbosa (2010), Letras Nordestinas (2011). Além destes, a Vara de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) concedeu-lhe um prêmio por suas iniciativas de projetos socioculturais (2014). Seus livros autorais foram publicados pela editora Ciência Moderna. Dedica-se à pesquisa da vida/obra do poeta paraibano Augusto dos Anjos. Presta consultoria sobre projetos sociais e editoriais, desenvolvendo produtos nessas áreas. Trabalhou nas Diretorias de Direitos Intelectuais e de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, ambas do MinC. É parecerista de projetos culturais do Ministério da Cultura, das Secretarias de Cultura do Distrito Federal e do Estado do Mato Grosso do Sul e dos municípios de Uruaçu-GO, Campo Grande-MS e Lages-SC. É também agente literário de grandes autores nacionais.

O que fazemos?

Venda de livros. Agenciamento literário sustentável, pensando em acessibilidade e no fomento cultural. Consultoria e representação. Promoções, matérias, reportagens, indicações, nossos autores agenciados, licitações, prêmios literários, orientação, dicas sobre publicação e muito mais.

Clique no banner e compre na Livraria Cultura

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Acessibilidade: cine Transversalidades

O cineclube Transversalidades promoveu mais uma sessão para cegos e pessoas de baixa visão na Biblioteca Braille Dorina Nowill, de Taguatinga. O Correio Braziliense esteve presente e registrou o evento.

Abaixo a matéria publicada no dia 07/12/2017.
Fonte: Correio Braziliense

Cegos e surdos da cidade querem mais espaço para a cinefilia

Implementar novos locais e rodas de discussão de acessibilidade são desejos de cegos e surdos


Ir ao cinema pode parecer uma atividade impraticável para quem é cego ou surdo. Entretanto, existem ferramentas que dão a essas pessoas a experiência de sentar em frente às telonas e consumir produções audiovisuais. Recursos como audiodescrição, Libras e legendagem são utilizados para que a exibição de filmes aos portadores de necessidades especiais seja possível. Apesar disso, os cinemas comerciais ainda não oferecem os mecanismos de acessibilidade necessários.

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) determinou na Instrução Normativa 128/2016 que, até novembro deste ano, metade das salas comerciais de cada grupo exibidor deveria oferecer recursos de acessibilidade. Porém, a medida não foi colocada em prática, e ganhou, em 17 de novembro, um novo prazo para ser cumprida: novembro de 2018.

Luis Mauch, diretor da empresa Ktalise — que atua ao lado da Ancine no diálogo sobre conteúdo acessível entre exibidores e distribuidores —, explica o motivo do adiamento. “As dificuldades giram em torno da definição de um padrão técnico de distribuição dos conteúdos acessíveis.”



Luis conta que, após diversas reuniões e diálogos sobre o tema, a Ancine decidiu que os conteúdos audiovisuais sejam entregues de acordo com o chamado Digital Cinema Protocol (DCP) — padrão internacional de distribuição dos conteúdos audiovisuais. O diretor explica que as propostas para a inserção de recursos acessíveis nos filmes não atendiam aos padrões internacionais. Enquanto novas regras são debatidas, a Ancine prolongou os prazos de adaptação para as salas comerciais de cinema.

Mauch conta que, apesar da demora para a adaptação das salas, o Brasil é um dos pioneiros em propor soluções acessíveis para deficientes visuais e auditivos nos cinemas. Ele explica que, mesmo com o adiamento da data proposta, “caberá ao exibidor se adequar ou não, antes do prazo, para oferecer os filmes com acessibilidade a seus clientes”.

“Em qualquer cinema, só consigo assistir ao filme se eu levar alguma pessoa para fazer a descrição para mim — geralmente quem faz isso são amigos. Se não tiver ninguém, é complicado”, conta Noemi Rocha, deficiente visual. A professora de 57 anos perdeu a visão em 1999, e conta que o acesso à cultura para os portadores de necessidades especiais ainda é muito restrito.
Por isso, Noemi explica que costuma recorrer a atividades alternativas, que costumam ser direcionadas somente ao público cego. “Você vai ao cinema e o filme é exibido para todo mundo, mas eles não pensam na gente. A gente gosta de participar das atividades com pessoas que enxergam, mas, quando a programação é direcionada só aos cegos, nos sentimos mais à vontade.”

Noemi é uma das fundadoras da Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga. O estabelecimento oferece cerca de 3 mil livros em braile, além de oficinas e cursos para deficientes visuais. Ela trabalha no local há 22 anos, e atua como mobilizadora cultural da biblioteca, promovendo eventos para os frequentadores do espaço.

Uma das atividades promovidas no local foi uma sessão de cinema para cegos, que ocorreu em 24 de novembro. Sob o comando de Andrey do Amaral, voluntário da biblioteca, o evento exibiu o longa Transversalidades, com audiodescrição, de Andrey e da professora Dinora Couto. Andrey é formado em acessibilidade cultural pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e explica que há uma grande queixa dos portadores de necessidades especiais ao acesso à cultura. “Às vezes o cego, o surdo, o cadeirante ou o muletante deixam de ir a um evento cultural justamente por causa das barreiras que eles encontram.”

Enquanto espera que as salas de cinema comerciais ofereçam recursos acessíveis, Noemi continua se empenhando na produção de eventos direcionados ao público portador de necessidades especiais na biblioteca Dorina Nowill. Entretanto, a professora confessa: “A gente gostaria de ter esse meio inclusivo. Se a cultura é para todos, temos que ver as condições dos cegos, dos deficientes auditivos, dos cadeirantes…”

*Estagiária sob supervisão  de Igor Silveira

domingo, 22 de outubro de 2017

Feira do Livro de Frankfurt 2

Participei da Feira Internacional do Livro de Frankfurt na edição de 2017. O evento, que ocorreu de 11 a 15 de outubro, é o maior espaço de negócios do mercado editorial. Editores do mundo estão sempre presentes na Feira. Eu conversei com diversos editores da China e da Colômbia em matchmaking no stand do Brazilian Publishers, da Câmara Brasileira do Livro. Nosso projeto Legado do Homem e da Cidade - apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e publicado em livro impresso - esteve presente com êxito na Feira do Livro de Frankfurt. Nossa intenção é negociar pesquisas de perfis culturais de empreendedores de Brasília de modo que leitores do mundo conheçam os biografados do projeto Legado do Homem e da Cidade. Plantamos a semente e agora vamos esperar os resultados.

Feira do Livro de Frankfurt 1




Autores brasilienses participam da Feira de Frankfurt

O evento conta com mais de 7 mil expositores de mais de 100 países

A editora de livros brasiliense Pergunta Fixar é a única da cidade a levar escritores para a Feira de  Frankfurt, que é a maior do mundo. O evento, que começa nesta quarta (11) e vai até domingo,  atrai mais de 7 mil expositores de mais de 100 países. Para Andrey do Amaral, agente literário, a editora se sente reconhecida. “É um orgulho muito grande poder participar da feira, ainda mais que a editora Pergunta Fixar é pequeninha.”

A partir do projeto Legado do homem e da cidade foi possível levar os títulos de escritores de Brasília para a cidade alemã. Participam da iniciativa autores como Dad Squarisi, Clotilde Chaparro, Antônio Leitão e Marcelo Rodrigues. Estar presente nesta feira é uma “chance de fazer contatos”, explica Amaral, pois em Frankfurt estarão grandes editoras mundiais, escritores e até produtores de cinema à procura de novas adaptações.

A Pergunta Fixar esteve em outras grandes feiras de livro internacionais. Em 2015, foi a Guadalajara (México), e, no ano passado, a Bogotá (Colômbia). Segundo Andrey do Amaral “os livros brasilienses foram bem aceitos”.  E explica que isso acontece porque “o português é uma língua pouco falada, as pessoas, então, gostam do exotismo das tramas e as histórias ”.

Negócios

Amaral afirma que ir ao evento é “uma grande oportunidade e só em participar já é um prazer”, porém está torcendo para conseguir fechar negócios. “Claro, estamos indo com o intuito de tentar vender direitos das nossas obras”. No caso da autora Clotilde Chaparro, as obras foram traduzidas para o inglês e o espanhol, uma técnica que colabora para gerar contatos com as outras editoras internacionais.

Este ano a Feira de livro de Frankfurt deseja mostrar um lado mais diversificado, inovador e internacional da indústria editorial e de mídia. Além disso traz, para o evento, autores como o americano Dan Brown, que escreveu Inferno e  Código Da Vinci, e o alemão Sebastian Fitzek, que já vendeu mais de 12 milhões de livros e escreveu Die Therapie (Terapia em português).

A Feira de Frankfurt tem os mesmos organizadores desde 1949. Porém, ainda na Idade Média a cidade alemã era reconhecida pela forte indústria editorial e as feiras começaram naquela época. Isso aconteceu pela proximidade com a cidade Mainz, onde Johannes Gutenberg, o inventor da impressão em tipos móveis, morava.

Estagiária sob a supervisão de Severino Francisco.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/10/11/interna_diversao_arte,632861/brasilienses-na-feira-de-frankfurt.shtml

sábado, 7 de outubro de 2017

Muita cultura para crianças com lábio leporino ou fissura palatal

Uma pequena contribuição deste agente literário para deixar crianças mais felizes. Antecipamos o Dia das Crianças na manhã de 7/10 com muita literatura, música, contação de histórias, teatro e cineclube no Cine Brasília. Nosso cineclube deu apoio para a exibição do filme Procurando Dory para alegrar o dia de crianças com lábio leporino ou fissura palatal, da Associação Brasiliense de Apoio aos Fissurados – ABRAFIS.


Agradecemos a Secretaria de Cultura do Distrito Federal e ao Governo de Brasília pela liberação do cinema, os escritores da Pergunta Fixar e a doação de livros de nossos colaboradores. Empreendedorismo sociocultural é o que fazemos na prática. Ano que vem tem mais!


Andrey do Amaral
Agenciamento e representação

sábado, 30 de setembro de 2017

Programa Microcrédito Prospera 2017


26/9/17  13:42


ATUALIZADO EM 26/9/17 ÀS 13:49



Prospera distribui mais de R$ 760 mil em microcrédito produtivo

Entre os beneficiados está Andrey do Amaral, que divulgará no exterior publicações de sua editora. É a segunda vez que ele participa do programa.


Mais 61 cartas de microcrédito produtivo são entregues a partir desta terça-feira (26) pelo Prospera. Esse é o 14º lote do ano — o maior de 2017, com mais de R$ 760 mil distribuídos em 31 cartas urbanas, que somam R$ 260.080, e 30 rurais, em um total de R$ 505.023,48.


Entre os beneficiados está Andrey do Amaral, que divulgará no exterior publicações de sua editora. Essa é a segunda vez que o editor de livros busca microcrédito produtivo pelo Prospera.
Entre os beneficiados está Andrey do Amaral, que divulgará no exterior publicações de sua editora. Essa é a segunda vez que o editor de livros busca microcrédito produtivo pelo Prospera. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

A entrega das urbanas ocorreu na manhã de hoje, no auditório da Secretaria Adjunta do Trabalho, da pasta do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, no Setor Comercial Sul.
Andrey do Amaral, de 41 anos, foi um dos beneficiados. Essa é a segunda vez que o editor de livros busca microcrédito produtivo pelo Prospera. Na primeira, utilizou o recurso para o processo editorial.
Com a carta recebida nesta terça-feira, ele fará a divulgação na Alemanha e no México de obras da editora que mantém desde 2011. Em duas feiras de negócios, a ideia é vender os direitos autorais para publicação em outros países.
Amaral conta que conheceu o Prospera pelas redes sociais. “O que me atraiu foram os juros baixos e a possibilidade de longas parcelas”, diz, sobre as vantagens do programa. “Além do valor em si, há o cuidado que a secretaria tem com o trabalhador. Não é o dinheiro pelo dinheiro; aqui tem o envolvimento dos agentes [de microcrédito].”



PUBLICIDADE: Compre no Submarino clicando aqui